sábado, 20 de março de 2010

Projeto Ecorregiões Aquáticas: Costa Sudeste Brasileira

O trabalho que deixo aqui para pesquisa é a minha Monografia de graduação em Engenharia Ambiental:

Fora do Ar até Autorização do CNPq
Realizado através da Universidade do Vale do Itajaí, no Laboratório de Estudos de Impactos Ambientais - LEIA, com a orientação do professor Antônio Carlos Beaumord, Ph.D.
Foi um trabalho desenvolvido com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT e do Fundo Setorial de Recursos Hídricos – CT-HIDRO.
Este trabalho vem somar com informações pertinentes para a caracterização de ecorregiões aquáticas brasileiras que possuem forte apelo, uma vez que o levantamento e organização destas informações servirão como subsídios para a adoção de políticas de gestão ambiental.

Resumo

A Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão e seu Complexo Lagunar correspondem à 9ª Região Hidrográfica do Estado de Santa Catarina (RH9) e está situada na Ecorregião Aquática da Costa Sul Brasileira, importante divisão ambiental estabelecida no litoral sul do Brasil. Esta Região Hidrográfica é uma das mais comprometidas do Estado segundo sua qualidade de água, considerada a 14ª Área Crítica Nacional, devido principalmente à atividade de mineração de carvão presente naquela região. Este projeto teve por objetivo contribuir para a caracterização ambiental dessa Ecorregião, no que se refere aos recursos hídricos e ao uso e ocupação do solo de domínio da RH9. As análises foram realizadas no Laboratório de Estudos de Impactos Ambientais da UNIVALI, sendo avaliados parâmetros físicos, químicos e biológicos empregados em três procedimentos: análise da qualidade da água; avaliação do habitat físico e classificação do uso e ocupação do solo. A qualidade geral da água foi aceitável (67%), com em média 67,5% de conformidade aos parâmetros legais, estando OD, DBO e NIDT 100% adequados e as concentrações de fosfato completamente impróprias. A qualidade do habitat físico conquistou melhores resultados, com 50% dos ambientes ótimos e bons, 33% razoáveis e apenas 17% ruins. Por fim, a classificação do uso e ocupação do solo validou os resultados obtidos, demonstrando a intensa relação que ocorre entre o uso que é feito da terra com a qualidade ambiental encontrada, predominando ainda as áreas de mata e capoeirão, mas abrangendo uma área considerável também das classes de urbanização, pastagem e agricultura.

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